"Quem sabe rir quando não tem a verdade ganhou a chance de descobrir a sua própria, um ponto de partida para aliviar o peso das grandes verdades e começar a descobrir, digamos, uma "pequena" verdade." Leonardo Valencia em Bonil y el ejército de agelastas.
Eles caminham nas trevas do prejuízo e a presunção, eles se acham o melhor que este mundo deu a luz (uma loucura). Suas famílias não conhecem de pecado ou erro algum porque todos moram “além do mal e do bem”. Se sentem os exemplos ideais da sociedade. Só é importante nas suas vidas ganhar grana (tomara que seja muito), não deixar que os outros se sintam felizes com as coisas que fazem; e jogar no campo das terríveis aparências além de ficar como os bons do relato de suas tristes vidas. Os seus sorrisos são daqueles sujeitos que escondem passados e praticas obscuras que não todos precisam conhecer ou crenças retrogradas cheias de moralidade absurda. Eles são do tipo de pessoas que tem preconceitos sinistros contra outros que não fazem parte de seus conceitos de “normalidade” porque sobre eles opera a síndrome da inferioridade. Essa mesma doida inferioridade mental lhes impede olhar a beleza na diferença... eles são aqueles que chamam pejorativamente de hippies, comunistas, anarquistas, maconheiros, doidos e forgados da vida aos que não pensam do mesmo jeito: Eles são os Agelastas, aqueles que não gostam de sorrir ou que não sabem mesmo.
Eles caminham nas trevas do prejuízo e a presunção, eles se acham o melhor que este mundo deu a luz (uma loucura). Suas famílias não conhecem de pecado ou erro algum porque todos moram “além do mal e do bem”. Se sentem os exemplos ideais da sociedade. Só é importante nas suas vidas ganhar grana (tomara que seja muito), não deixar que os outros se sintam felizes com as coisas que fazem; e jogar no campo das terríveis aparências além de ficar como os bons do relato de suas tristes vidas. Os seus sorrisos são daqueles sujeitos que escondem passados e praticas obscuras que não todos precisam conhecer ou crenças retrogradas cheias de moralidade absurda. Eles são do tipo de pessoas que tem preconceitos sinistros contra outros que não fazem parte de seus conceitos de “normalidade” porque sobre eles opera a síndrome da inferioridade. Essa mesma doida inferioridade mental lhes impede olhar a beleza na diferença... eles são aqueles que chamam pejorativamente de hippies, comunistas, anarquistas, maconheiros, doidos e forgados da vida aos que não pensam do mesmo jeito: Eles são os Agelastas, aqueles que não gostam de sorrir ou que não sabem mesmo.
Acho que todos nas nossas vidas temos confrontado um
agelasta, ¡eles são muitos cara! Se acreditam os donos do mundo, desprezam cinicamente
e com um ar de eufemismo chato ao vizinho,
ao companheiro do trabalho ou estudo, ao casal do frente, ao namorado ou
namorada do filho/a, ao que tem “pouco”
dinheiro nesta sociedade de consumo, ao supostamente “feio” e até alguns da
galera de amigos podem fazer parte desta lista. François Rabelais em seu livro “Gargântua e Pantacruel” descobriu dum
jeito sem equivalente que o maior defeito deles era não saber rir de suas
maneiras de agir, pensar e sentir. Pois é, concordo com Rabelais. Se eles não rir
deles o que se pode esperar em seus modos de “ser” com o mundo? O agelasta é um
belicista da linguagem, uma pessoa que precisa que os que se sabem rir a ajudem,
e por isso a arte é a resposta ideal porque ela sempre diz mais do que mostra,
a arte é tudo. Porventura seja a arte a salvação dum contexto hostil, ambivalente
e afundado no caos das relações humanas.
Rir é a catarse
perfeita dos que curtem a existência, a cura dos agelastas. E se bem o bom arte
(num sentido parnasiano) não é feita com fins didáticos para melhorar o jeito
de ser dos homens, nestes casos serve como base para fazer uma mudança
significativa naqueles que moram nas trevas do preconceito... agelasta não
mais... chega disso.

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